Processamento do tabaco

Usina é responsável por deixar o tabaco pronto para a produção de cigarros ou para exportação

Apesar de já ter passado por uma etapa de cura ainda na propriedade rural, o tabaco precisa ser processado nas usinas da Souza Cruz para alcançar as características necessárias para a produção de cigarros ou para exportação.

Na primeira etapa do processamento, garras operadas por colaboradores selecionam os fardos para a montagem de uma segunda classificação, que pode reunir até dez categorias diferentes de tabaco. Estas novas misturas ajudarão a determinar as características de cada marca.

Logo após, o tabaco selecionado passa pelas fases de corte e condicionamento. Em seguida, um processo manual faz a busca e retirada de qualquer material estranho. Esta etapa também conta com automatizações: um laser faz a análise de cor do fumo e um jato de ar retira as mais diversas partículas, sendo capaz de eliminar até mesmo fios de cabelo.

O próximo passo é debulhar as folhas, processo que separa as lâminas, mais valiosas, dos talos, também aproveitados na produção. A secagem dá uniformidade ao nível de umidade do tabaco, o que garantirá uma produção homogênea.

Concluídas as etapas mecânicas de processamento, o tabaco passa por um detector de metais antes de ser prensado, embalado e distribuído ao seu destino. Da compra do tabaco dos produtores integrados ao acondicionamento nas caixas após o processamento, são utilizados, em média, 50 dias.

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