Menos defensivos

Cultura de tabaco é uma das que menos utilizam agroquímicos no Brasil

Um dos principais focos das pesquisas da Souza Cruz é a redução do volume de agroquímicos utilizados no plantio do tabaco. Os esforços já renderam frutos: o tabaco é hoje uma das culturas que menos aplica defensivos agrícolas durante a safra.

Nos últimos 20 anos, a produção de tabaco apresentou uma redução de 83,3% no uso de agrotóxicos . O tabaco demanda pouco mais de um quilo de ingrediente ativo por hectare, número bem inferior ao de outras culturas, como as de tomate (36 kg/ha), batata (28,4 kg/ha) e morango (5,5 kg/ha).

Em termos de inovações, a Souza Cruz já desenvolveu variedades de tabaco mais resistentes, aprimorou técnicas de manejo de solos, pragas e doenças e criou um avançado sistema próprio para produção de mudas, chamado float.

A companhia também estimula práticas que auxiliam na dicminuição  da necessidade de uso de defensivos agrícolas, como a rotação de culturas, a exemplo da alternância da produção de tabaco com milho e feijão,  e a preservação de inimigos naturais de pragas e doenças.

Por fazerem uso de agroquímicos, ainda que em pequena quantidade, os produtores integrados são treinados para manejarem as substâncias da forma mais segura possível, utilizando os devidos equipamentos de proteção individual (EPI) e adoando técnicas adequadas para o descarte das embalagens vazias.

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